Obama e a verdade elementar que muitos não viram

13/12/2013 08:46

Marcos Belmonte

Há duas eleições atrás, os eleitores norte-americanos, em contraposição à um secular racismo, colocaram o maior poder econômico-militar do planeta nas mãos de um afro-norte-americano. Ele tornara-se o 44° presidente dos EUA. É um acontecimento realmente interessante para essa comunidade com um profundo senso de alteridade equivocado. Há muito pouco tempo havia banheiros especiais para negros, restaurantes, calçadas e etc. Um âmbito chama a atenção também: Havia trabalhos específicos para os negros, geralmente, aqueles que necessitam de muita força e/ou outros mais aviltantes do universo da atividade. Como disse Bukowski “... não me admira que as pessoas assaltem bancos; há trabalhos por demais aviltantes”. Estamos falando de trabalhos em minas de carvão e em outras em geral, os serviços mais alienantes, idiotizadores e brutais das fábricas e etc.

Se viermos para nosso Brasil, veremos as obras de construção civil – que é tida como uma prática econômica “termômetro” de nossa sociedade -, repleta de negros (detalhe: dentro das obras, os negros são maioria absoluta na função que não necessita de certo engenho – como pedreiros, hidráulicos, eletricistas e etc. – são em sua maioria serventes), olhem os carroceiros e carrinheiros nas nossas ruas e vejam quem são a maioria. Essa situação é fruto do tratamento secular escravista brasileiro para com a população negra. Mas voltemos aos EUA. A eleição do senhor Barack Hussein Obama é uma real surpresa. Se olharmos para a eleição de 2000 norte-americana, veremos o absoluto crime cometido pelos republicanos (GOR) e todos os aparelhos do estado para colocar Bush Jr. (ou somente, Júnior, como o chamava Bin Laden) no poder. Isso não sou eu que falo. O especialista em direito norte-americano Vincent Bugliosi disse que se houvesse justiça nos EUA, os cinco juízes do Supremo Tribunal: Anthony M. Kennedy, Sandra Day O’Connor, William H. Rehnquist, Antonin Scalia e Clarence Thomas, deveriam estar presos por um dos piores crimes cometidos contra o povo dos EUA por não aprovarem a recontagem dos votos da Flórida, que, aparentemente, dariam a vitória para Al Gore, um democrata.[1]

Sabemos da ganância de poder dos direitistas republicanos. Volte aos anos de 1980 e veremos as artimanhas das mídias cooptadas e outros setores do governo para colocar no poder a administração Reagan-Bush; vejam o que fizeram com Jimmy Carter e seus planos dos salt I e II, com a recém iniciada política de direitos humanos e com relação ao episódio da crise dos reféns (não estou afirmando que a administração Carter seja santa, bem pelo contrário); vamos para próxima década e vemos a caça há qualquer coisa na vida dos Clintons para ser usada contra os mesmos e ajudar na campanha de Bush (não é implicância nossa. Sim, em todas essas tramoias a família Bush estava envolvida.). Na eleição de Obama, ele vencera o xiita direitista fundamentalista John McCain, que, segundo o Pravda.Ru, trata-se de um ignorante (fato que concordamos), trata-se de um sujeito retrógrado e obsoleto forjado nas antros mais racistas e eugênicos das bandas do sul. As palavras sobre tal criatura foram muito bem proferidas pelo jornal russo.

McCain vê suas políticas de intrusão quedando em torno das suas orelhas enquanto sua casa de cartas patética, enfezada e fora do prazo se desmorona, enquanto ele transformou uma oportunidade de dizer algo grandioso numa palhaçada, fazendo um idiota de si mesmo em público, sendo rude, rancoroso, francamente desagradável e mostrando-se manifestamente ignorante. Putin estará cá ainda durante muitos anos. Quanto a McCain, dizem que o consumo de café e fazer palavras cruzadas ajudam muito.[2]

O sorriso sempre à mostra. Marca registrada de Barack Obama

Faz muito pouco tempo (historicamente falando) que os negros não tinham os mesmos direitos que os brancos anglo-saxões cristãos. A alteridade desses norte-americanos sulistas (não isentando os centristas e nortistas) era absolutamente forte com relação aos afrodescendentes, tais como Obama.  Agora imaginem essa gente ter que ver um de seus baluartes da moral branca cristã sendo vencido democraticamente por um negro. Pensem na violência que isso significa para a moral dessas criaturas. E para piorar, a grave crise de 2008 fez com que esse negro estabelecesse um estado mais intervencionista na economia, portanto nos bolsos dos norte-americanos, que como bem sabemos, trata-se de uma sociedade muito conservadora e não acostumada com semelhante intimidade com mãos estatais. Historicamente, foi um momento deveras importante e significativo para a relação entre os membros da sociedade norte-americana.

Se acessarmos o Google e o youtube, poderemos ver a comoção da eleição de Barack Obama. Houve muito interesse em se descobrir quem era esse indivíduo excepcional[3]. Jornais do mundo inteiro exaltavam o ato democrático, digno do I have a dream de Martin Luther King. Malcolm X deveria estar extremamente feliz com o fato no paraíso mulçumano repleto de virgens (e quem não?). Nelson Mandela deveria estar em êxtase com essa vitória. O nosso Zumbi dos Palmares também deveria estar em pleno regozijo no além. Um membro de um grupo dos seres humanos mais espoliados, explorados, roubados, torturados, assassinados, estuprados e esmagados, agora estava no mais alto degrau político da única superpotência do mundo. A sensação que passava para os mais exaltados era que o mundo estava rumo à um futuro mais democrático e pacífico com grande respeito à diversidade. No filme O Homem da Máfia, dirigido por Andrew Dominik, Obama mostra esse sentimento que ele mesmo despertava. Numa cena na televisão aparece Obama discursando após a vitória sobre John Mccain, e a personagem de Brad Pitt, sentado em um bar, interage com o mesmo:

Obama: É a resposta dada por jovens e velhos... Ricos e pobres... Democratas e republicanos... Negros, brancos, hispânicos, asiáticos, nativos, gays, heteros, deficientes e não deficientes. / Pitt: É... Somos todos iguais. / Obama: Nunca fomos apenas um aglomerado de indivíduos... Nunca fomos apenas um aglomerado de estados vermelhos e azuis... Somos, e sempre seremos os Estados Unidos da América. / Pitt: Agora vai dizer que somos uma comunidade. Um povo. / Obama: Neste país, subimos ou caímos como uma nação. Como um povo.

Em outro trecho do discurso de Obama, dentro do mesmo filme, ele expressa o sentimento dos norte-americanos que o elegeram e a imagem reforçada dos Estados Unidos dentro e fora da nação:

Obama: Além de nossas fronteiras, parlamentos ou palácios, aqueles que estão nos ouvindo nos rádios... nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são únicas... mas nosso destino é compartilhado... essa noite, provamos mais uma vez que a força da nossa nação não vem da força de nossas armas ou nossa riqueza... mas da força permanente de nossos ideais: democracia, liberdade, oportunidade e fé inquebrantável[4].

Os negros do Brooklin, Creenshaw, Compton, dos guetos de New Orleans e etc., latinos, asiáticos e brancos – metidos a progressistas -deslocaram-se de suas comunidades para a Times Square para comemorar com negros de todos os cantos do mundo – ao vivo e/ou via telões -, como com o famoso ator brasileiro, Lázaro Ramos, que fora lá para gravar na sua câmara digital todos os momentos da festa, claro, com uma camiseta do Barack Obama e outros souvenires á venda na própria avenida – a marca Obama estava sendo bastante lucrativa para esse micromercado imediatista -, qualquer coisa levava a marca da revolução (sic), da liberdade e da democracia; não me admiraria se nos estados como Geórgia e Texas houvessem esporas, selas e rifles de caça com a marca Obama.

Foi um fato inédito e repleto de esperança para os mais espoliados, pois, além de ser afrodescendente direto (seu pai era Queniano), ele representava o povo do continente “matéria-prima” das economias imperialistas desde sempre. Tratava-se de um ser humano com raízes profundamente arraigadas no povo pobre – apesar de seu pai ser um economista e sua mãe antropóloga. Um negro que lutara pelos direitos civis representava a esperança de uma administração da única superpotência mundial mais humanitária. Os mais céticos buscaram “esperar para ver”. E o que aconteceu?

 

Uma “camelô” norte-americano especializado na marca Obama

Dentre as várias ações que Obama tomou após sua posse, uma das primeiras deixara as pessoas (o povo) que nele confiaram um tanto contrariadas. Ele dissera que Israel continuaria a ser um aliado muito importante e que não o abandonaria. Ora, Israel estava sob as ordens de um sionista de extrema-direita – que ainda permanece no comando daquele estado terrorista (alcunha atribuída por Noam Chomsky) -, Benjamin Netanyahu. Esse sujeito ignóbil trava uma perseguição sangrenta e covarde contra os povos da Palestina com seu exército mercenário (também segundo Noam Chomsky) e expande os assentamentos irregulares e totalmente contrários aos desígnios da ONU na relação entre países. Ele fere a carta da ONU e os direitos humanos livremente, sempre apoiado pelos EUA, e, esse apoio continuaria com a esperança humanitária chamada Obama. Ele prometera fechar umas das grandes feridas do “mundo democrático” chamada Guantánamo, em Cuba. Guantánamo é um caso que exigiria um estudo mais detalhado. Contudo, evidências podem ser apontadas: Do ponto de vista dos direitos da constituição dos EUA, certas leis “protegeriam” os presos políticos, como a proibição da tortura; contudo, estando “fora” do seu país, esses direitos não precisariam ser respeitados; estudos dizem que boa parte dos presos considerados terroristas dentro da fatídica prisão está lá sem provas realmente conclusivas; as arbitrariedades cometidas lá contrariam os ideais fundadores dos EUA de liberdade, igualdade e democracia; um fato curioso é que o sistema interno de saúde da prisão é muito superior – e de certa forma, socializada – do que os cuidados que os habitantes norte-americanos – os mais pobres[5] – recebem. De qualquer forma, é mais um aspecto que os norte-americanos não poderiam ver e nem aceitar dentro dos EUA. Essa promessa de fechar Guantánamo acobertava uma anomalia tão desprezível quanto. Ela aconteceria em virtude de que os presos ali condenados seriam transferidos para uma prisão, similarmente grotesca e hedionda – sob a ótica da ONU -, para o Iêmen, provavelmente por motivos geoestratégicos.

Mais um dos muitos protestos enfrentados por Obama

O presidente Obama é a favor do uso dos chamados DRONES, pequenas aeronaves não tripuladas com significativo poder de fogo. É sabido que os ataques proferidos por essas armas matam civis regularmente ao invés dos denominados “alvos militares” de inimigos dos EUA e/ou aliados. Durante uma entrevista Obama fora questionado sobre a ineficiência dos DRONES. Ao passo que ele dissera que o pior seria não fazer nada para abater seus inimigos. O presidente humanitário não justificava a esperança dos seus exaltados eleitores e admiradores. Ele também tentara tornar “mais rígido” o controle de venda de armas nos EUA. Como se trata de uma sociedade belicosa por natureza, e com maioria do parlamento sendo dos repugnantes republicanos, a medida foi considerada não popular. É um lobby poderoso esse da indústria armamentista norte-americana. Eles conseguiram pressionar para continuidade da livre venda de armas no país, apesar de cada vez mais acontecerem atentados e assassinatos no país, cometidos por pessoas descontroladas que não passavam nem por vagos exames psicológicos. O filme Tiros em Columbine, de Michael Moore, fala bastante bem sobre esse aspecto dessa sociedade. Mas o fato a se ressaltar é que Barack Obama, o humanitário, deveria ter feito uma pressão muito maior para ter essa mínima medida aprovada para salvar vidas. Sob outro aspecto, ele decepcionara seus eleitores e fãs.

DRONE: Aeronave não tripulada causadora de inúmeras mortes de civis.

Obama assistira de “camarote” a caça e o assassinato de Osama Bin Laden durante uma operação totalmente ilegal – ONU – no Paquistão. Obama também apoiara as ações que culminaram com a morte de Muhamar Kaddaf, não sem antes matarem centenas de civis, mas que fizeram com que EUA e França ficassem com preciosos dividendos dessa invasão à Líbia. O presidente humanitário também queria uma belicosa intervenção na Síria, mas o confronto político contra Wladmir Puttin e a opinião mundial contra a invasão fizeram com que ele recuasse de mais um ato ignóbil. A atual afronta de Obama com relação as liberdades democráticas está ligada a um ato de espionagem mundial absolutamente desprezível contra diversos países do planeta incluindo o Brasil, através do sistema PRISM e da CNS, fato denunciado por Edward Snoden, ex funcionário da mesma. Obama também foi a favor da prisão de um militar Bradley Manning que “vazou” documentos sobre as ações abusivas do exército dos EUA. Fatos como estes fizeram com que críticas pesadas fossem disparadas pelos mais diversos especialistas. O jornalista e ativista político John Pilger falou da postura belicosa de Obama com pesado ar de decepção:

(...) temos um reformista falido que trabalha alegremente no planejamento e execução de assassinatos sem deixar de sorrir um instante". Todas as terças-feiras, o "humanitário" Obama supervisiona pessoalmente uma rede terrorista mundial de aviões não tripulados que reduz a mingau as pessoas, seus resgatadores e seus doentes. Nas zonas de conforto do Ocidente, o primeiro líder negro no país da escravidão ainda se sente bem, como se sua mera existência supusesse um avanço social, independentemente do rasto de sangue que vai deixando. Essa obediência a um símbolo destruiu praticamente o movimento estadunidense contra a guerra.[6]

Barack Obama atravessou uma grande crise em 2008 que afetara o sistema bancário norte-americano, e consequentemente, o planeta inteiro. Teve que ejetar bilhões de dólares para salvar o sistema; enfrentou também o descontentamento dos movimentos sociais, tais como o Ocuppy Wallstreet e, recentemente passara pela experiência de paralisação de 16 dias do congresso norte-americano tentando aumentar o teto da dívida dos EUA e evitar um calote histórico da superpotência – boa parte dessa paralisação, culpa dos ultra-direitistas do Tea Party, ala mais radical dos republicanos. Obama enfrentara diversos problemas realmente desgastantes, dos quais não fora o responsável direto. Contudo, provocara e apoiara situações que fizeram desaparecer toda aquela esperança de uma governança mais humanitária simbolizada pela figura do afrodescendente cosmopolita de outrora. Todas essas nuances tinham à ver com riqueza, capital, influência, imposição, vantagens e etc., aspectos que nem de perto eram associados à sua imagem da primeira eleição por ele vencida. Essa é a imagem que o representa hoje, apesar de seus esforços para a reforma da saúde dos EUA, o que alguns chamam de Obamacare. Novamente voltando à o Filme O Homem da Máfia, Obama faz um discurso na TV durante sua posse, e duas personagens discutem sobre um trabalho:    

Obama: Para recuperar o sonho americano de reafirmar a verdade fundamental... que é de muitos, e não de um. Somos uma única nação, um só povo. / Contratante (sobre Obama): Ouviu essa frase? É pra você. / Pitt: Não me faça rir. Somos um povo? É um mito criado por Thomas Jefferson. / Contratante: Ah... Agora vai criticar Jefferson. / Pitt: Amigo... Jefferson é um santo americano porque escreveu que somos todos criados iguais. Palavras que ele não acreditava porque seus filhos viveram na escravidão. Ele era um rico esnobe cansado de pagar impostos para os ingleses. Ele escreveu algumas palavras lindas que animaram a ralé e eles morreram por essas palavras enquanto ele bebia vinho e transava com a escrava dele. Esse cara (Obama) vem me dizer que vivemos numa comunidade... Não me faça rir. Vivo nos Estados Unidos e aqui é cada um por si. Os estados Unidos não são um país. São só negócios. Então me paga logo!

Muitas pessoas, norte-americanas ou não, depositaram esperanças em Barack Hussein Obama como um presidente que poderia fazer do modus operanti da superpotência mundial uma prática que reavivassem os ideais de liberdade, igualdade, democracia e etc., mas que acabaram por ver algo que sempre esteve na frente de todo mundo. Barack Obama é, acima de questões étnicas e/ou de raça, norte-americano, e como tal, quer manter o status do seu país no mundo, em detrimento de qualquer um. Alguns podem dizer que ele é um democrata e muito mais propenso ao lado social da política, mais voltado para as necessidades do povo. Ora, os EUA possuem dois partidos com políticas muito similares, financiados por lobbys e corporações, que rejeitam a ideia de uma política para os pobres e, portanto, salvar de fato os conceitos de democracia, liberdade e igualdade do aparato conceitual esquizofrênico orweliano. Um democrata dos EUA pode ter uma atuação cênica e politicamente mais simpática que um republicano, mas vá observar as atuações que poderiam concretamente diferenciar-se do conservadorismo republicano e verás que é muito mais aparência do que se pensa. O sentimento da personagem de Brad Pitt é regado de um realismo duro e “ofensivo” – como a verdade é -, e é o que grande parte das pessoas que confiaram naquele sujeito pensa. Outros ainda comemoram por ser um negro que comanda os EUA e acham isso um avanço social, mas confesso que sou da mesmo opinião de John Pilger. Quanto aquelas pessoas que possuem consciência negra – sendo negros ou não – para demonstrar essa mesma consciência de que ainda falta muito para ser fazer, não só pelos afrodescendentes, mas para toda a classe espoliada, deveria tomar uma atitude digna e rasgar e quebrar seus souvenires do humanitário Obama. 

Fontes

O Homem da Máfia. Direção de Andrew Dominik. Com Brad Pitt, Richard Jenkins, James Gandolfini, Ray Liotta, Scoot McNairy e Ben Mendelsohn. Duração: 1h36min.

Orwell rolls in his grave. By Robert Kane Pappas. Duração: 1h43min40seg.

http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=22772.

http://port.pravda.ru/russa/14-09-2013/35281-carta_putin-0/.

http://www.e-biografias.net/barack_obama/ 

Notas

[1] A contagem de votos já tinha começado, mas durante uma inacreditável rapidez da justiça norte-americana, um mandato foi expedido pra que a contagem fosse parada imediatamente. Tal ordem fora leva pessoalmente pelo ministro Anthony Scalia que, praticamente, arrombou a porta do recinto com o documento na mão, parando, assim, a contagem. Bush vencera a eleição e, curiosamente, parentes muito próximos de Scalia e da ministra O’Connor, foram nomeados para a administração Bush. Retirado do documentário Orwell rolls in his grave.

[2] Trecho da reportagem O capítulo de McCain e Putin, de ratos e homens. Publicada na Pravda.Ru sobre o comportamento do republicano John McCain com relação a sua resposta à carta de Putin ao povo dos Estados Unidos sobre o caso da Síria e a ameaça norte-americana de bombardeá-la. Disponível em: http://port.pravda.ru/russa/14-09-2013/35281-carta_putin-0/. Acesso em: 10/10/2013

[3]Pode se encontrar informações básicas sobre Barack Hussein Obama em http://www.e-biografias.net/barack_obama/    acesso em 11/06/2013 

[4] Grifo nosso.

[5] Informação retirada do documentário SOS Saúde, de Michael Moore.

[6] Trecho da reportagem “O silencioso golpe militar que se apoderou de Washington” de John Pilger. O texto disserta sobre a postura de Barack Obama no seu governo  Disponível em: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=22772. Acesso em: 26/09/2013

 

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